
Impressiona o tamanho da obra deixada por Bram Stoker apesar da fama atribuída unicamente a Drácula. Ele escreveu outros onze romances de literatura fantástica e horror, além de inúmeros contos (incluindo contos de fada para crianças) e textos de não-ficção.
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"Era verão, quando ele saiu, mas agora é inverno e na calada da noite e ele está sozinho e vestido apenas com sua camisa de golfe e sua bermuda laranja e verde marcada. Ele é conhecido pela população local, amontoados em peles pesadas, que olham para ele com expressões de medo e horror. Ele é um cara simpático, mesmo entre estranhos, sempre disposto a pagar a primeira rodada, e ele acena e mostra o seu melhor sorriso, mas elas gritam e recuam, cruzando teatralmente". (traduzido do inglês por RR)Além de escritor Robert Coover é um teórico bastante renomado na área da literatura em hipertexto e da narrativa multimídia. Sua obra é praticamente desconhecida entre nós - existe apenas uma antiga tradução para o português do livro Espancando a empregada (Espaço e Tempo, 1989). Na semana passada, Coover esteve no Rio de Janeiro participando do projeto Oi Cabeça. Encontrei apenas informações em blogs, parece que ele discutiu os novos gêneros literários produzidos em ambiente digital e apresentou um software muito avançado para o nosso tempo chamado CAVE (Cave Automatic Virtual Environment).
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Fechando o tema, recomendo o conto Catorze anos de fome, de Santiago Nazarian publicado no livro Pornofantasma. O conto também está na segunda edição do fanzine Casmurros #2.
*imagem: reprodução.

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