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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

APOSTAS PARA 2013 - NACIONAIS E ESTRANGEIROS


O ano pode ser novo, mas a tradição é antiga. A melhor maneira de começar o ano é falando da previsão de lançamentos das editoras nacionais e estrangeiras (por que não?). Afinal, ano bom é ano com muita novidade. Aposto que você acabou de voltar da praia e procurou o termo "lançamentos 2013" no Google.

Ano novo dificuldade velha. Todo mundo sabe que nossas editoras não costumam divulgar o cronograma de lançamentos do ano com muita antecedência. Por isso, estou listando abaixo um apanhado de livros que consegui apurar aqui e acolá. Tem o nome da editora e do autor - em alguns casos consta o título em português ou o título original já que a tradução deve estar em andamento. Não estou mencionando os autores que devem pintar na FLIP e sempre agitam lançamentos.

Vale lembrar que são lançamentos previstos e as editoras podem alterar os cronogramas - assim como pode pintar uma nova onda, tipo "pornô para mulheres", e lançamentos interessante jorrem aos montes. Tudo pode acontecer.

Se alguém descobrir ou souber de algum outro lançamento e quiser contribuir, por favor, mande um sinal de fumaça. Prometo ficar de olho e atualizar a lista a medida que receber as informações.




-> COMPANHIA DAS LETRAS
As agruras do verdadeiro tira, de Roberto Bolaño
Meu coração de pedra pomes, de Juliana Frank
A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves, de Joca Reiners Terron
A Hologram For The King, de Dave Eggers
Como se o mundo fosse um bom lugar, de Marçal Aquino
O lugar mais sombrio, de Milton Hatoum
Campo em Branco, de Emilio Fraia e DW Ribatski
Digam a Satã que o recado foi entendido, Daniel Pellizzari (romance da coleção Amores Expressos)
Alta fidelidade, de Nick Hornby
Febre de bola, de Nick Hornby
Os mil outonos de Jacob de Zoet, de David Mitchell
NW, de Zadie Smith
Middlesex, de Jeffrey Eugenides
Infinite Jest, de David Foster Wallace
Finn's Hotel, de James Joyce
O homem é um grande faisão no mundo, de Herta Müller
O professor do desejo, de Philip Roth
Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust (com tradução de Mario Sergio Conti)
O escolhido foi você, de Miranda July
A cidade, o inquisidor e os ordinários, de Carlos de Brito e Mello
Amilcar Bettega Barbosa (romance da coleção Amores Expressos)
Desde que te amo sempre, de Cecília Gianetti (romance da coleção Amores Expressos)
Telegraph Avenue, de Michael Chabon**

Novos romances de Bernardo Carvalho, Tony Bellotto, Andrea del Fuego, J. P. Cuenca, Luiz Ruffato, Marcelo Backes, Michel Laub, Paulo Scott, Rodrigo Lacerda e Simone Campos.

Chico Buarque também promete um novo romance - pode ser que saia nesse ano.


O segredo do lago, de Arnaldur Indridason**
A morte do inimigo, de Hans Keilson**
Memorial do amor & Vacina de sapo, de Zélia Gattai**
A paz dura pouco, de Chinua Achebe**
As virgens suicidas, de Jeffrey Eugenides**
O jantar errado, de Ismail Kadare**
Corpos estranhos, de Cynthia Ozick**
Um encontro, de Milan Kundera**
O jardim secreto, de Frances Hodgson Burnett**
Beira-mar, de Pedro Nava**
Nocilla dream, de Agustín Mallo**
Do que a gente fala quando fala de Anne Frank, de Nathan Englander**
Junky, de William S. Burroughs**
Território da emoção, de Moacyr Scliar**
O amor acaba, de Paulo Mendes Campos**
O mais estranho dos países, de Paulo Mendes Campos**
Nova antologia pessoal, de Jorge Luis Borges**
Os anjos bons da nossa natureza, de Steven Pinker**
Livro geral, de Alexandre Barbosa de Souza**
Morte em Pemberley, de P. D. James**

Novas edições pela Penguin-Companhia ou Companhia de Bolso:
Contos de amor, de James Joyce**
O ateneu, de Raul Pompéia**
Sábado, de Ian McEwan**
Senhora, de José de Alencar**
Ilíada, de Homero**
O complexo de Portnoy, de Philip Roth**


-> INTRÍNSECA
Clarões e sombras, de Letícia Wierzchowski
The art of fielding, de Chad Harbach

-> ROCCO
Swimming Home, de Deborah Levy
Back to blood, de Tom Wolfe
Terra de casas vazias, de André de Leones

-> CULTURA E BARBÁRIE
Delírio de Damasco, de Verônica Stigger

-> AUTÊNTICA
Tinta, de Fernando Trías de Bes

-> RECORD
Só o pó, de Marcelino Freire
Bring up the bodies, de Hilary Mantel
This is how I lose her, de Junot Diaz
Altair Martins (novo romance)**

-> COSAC NAIFY
Pessoas que passam pelos sonhos, de Cadão Volpato
Mudança, de Mo Yan
O apocalipse dos trabalhadores, de Valter Hugo Mãe
O lugar sem limites, de José Donoso
A vida secreta das árvores, de Alejandro Zambra
A vida descalço, de Alan Pauls**

-> ESTAÇÃO LIBERDADE
No país do cervo branco, de Chen Zhongshi

-> ALFAGUARA
1Q84 (partes 2 e 3), de Haruki Murakami
Emilio Fraia (seu primeiro romance solo)

-> OBJETIVA
Novembro de 63, de Stephen King

-> NOSSA CULTURA
Gods Without Men, de Hari Kunzru

GRINGOS



The Childhood of Jesus, de J.M. Coetzee
Tenth of December, de George Saunders
Umbrella, de Will Self
My Brother’s Book, de Maurice Sendak
How Literature Saved My Life, de David Shields
The Fun Parts, de Sam Lipsyte
All That Is, de James Salter
Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie
Transatlantic, de Colum McCann
The Hare, de César Aira
Taipei, de Tao Lin
Enon, de Paul Harding
Dissident Gardens, de Jonathan Lethem
Bleeding Edge, de Thomas Pynchon (não tem data certa, mas pode ser para esse ano)
Your Name Here, de Helen DeWitt
Escape from the Children’s Hospital, de Jonathan Safran Foer

**ATUALIZAÇÕES

*Imagens: reprodução
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O ANO DE REINALDO MORAES


Sem dúvida nenhuma 2011 será o ano de Reinaldo Moraes. O escritor está fazendo um grande sucesso no boca-a-boca entre os leitores quase dois anos depois de publicar seu último livro, Pornopopéia. O romance narra as peripécias de Zeca, um ex-cineasta underground, que se envolve numa longa maratona de sexo, álcool e drogas em altas dosagens. Reinaldo já explicou em diversas entrevistas que o romance não tem nada de autobiográfico e muito menos de beatnik.

Penso aqui com meus botões que a participação do autor na FLIP 2010 foi bem decisiva para esse sucesso. Muito embora a gente saiba que os livros às vezes adquirem uma trajetória particular e sem nenhuma explicação aparente conseguem conquistar diversos leitores.

Seja como for, Pornopopéia que andava sumido das livrarias já está em sua quarta tiragem e deverá ganhar em março uma edição em formato de bolso bem mais barata e com distribuição nas bancas de todo país. Também em março a Companhia das Letras pretende relançar em um único volume outros dois romances de Reinaldo: Tanto faz e Abacaxi. O relançamento inaugura um novo selo da Companhia, o selo Má Companhia.

Pensa que acabou? Reinaldo ainda prepara um livro que se passa no México para a série Amores Expressos, coordenado pela Companhia das Letras, e um outro romance que deve sair até o final do ano pela editora Objetiva, A travessia de Suez.

Para os que ficaram interessados e querem saber mais, aqui tem o primeiro capítulo de Pornopopéia. Também recomendo a leitura de um perfil do autor e da obra escrito por Mario Sergio Conti para a revista Piauí - O malandro voltou fissurado. Tem também a entrevista dele para o programa Entrelinhas da TV Cultura:




E que venha mais Reinaldo Moraes!

*imagem: foto de Tomás Rangel reproduzida do Google.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FINALISTAS DO PRÊMIO CUNHAMBEBE

Confesso que não conhecia o Prêmio Cunhambebe de literatura estrangeira, mas descobri que sua criação é recente - a primeira edição foi em 2008. Inspirado no nome de um chefe indígena do século XVI, seu objetivo é premiar uma obra de ficção estrangeira contemporânea que tenha sido recém publicada no Brasil.

Na primeira edição o livro premiado foi As benevolentes, de Jonathan Littell que saiu pela editora Alfaguara com tradução de André Telles. No ano passado o ganhador foi Putas assassinas, de Roberto Bolaño publicado pela Companhia das Letras com tradução de Eduardo Brandão.

Para a edição desse ano foram anunciados essa semana os finalistas:

A fantástica vida breve de Oscar Wao, Junot Diaz - trad. Flávia Anderson, Record
Indignação, de Philip Roth - trad. Jorio Dauster, Companhia das Letras
Vidas Novas, de Ingo Schulze - trad. Marcelo Backes, Cosac Naify
Após o anoitecer, de Haruki Murakami - trad. Lica Hashimoto, Alfaguara
Terras baixas, de Joseph O'Neill - trad. Cássio de Arantes Leite, Objetiva
Às cegas, de Claudio Magris - trad. Maurício Santana Dias, Companhia das Letras
A chuva antes de cair, de Jonathan Coe - trad. Christian Schwartz, Record
A mulher foge, de David Grossman - trad. George Schlesinger, Companhia das Letras
Refrão da fome, de JMG Le Clézio - trad. Leonardo Fróes, Cosac Naify
O projeto Lazarus, de Aleksander Hemon - trad. Maira Parula, Rocco

O prêmio tem curadoria de Stéphane Chao e participam da comissão julgadora Alberto Mussa, Álvaro Costa e Silva, Eduardo Simões, Marcos Strecker, Miguel Conde, Rachel Bertol, Raimundo Carrero, Ronaldo Correia de Brito e Ubiratan Brasil. O livro vencedor será anunciado em dezembro.

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